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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

GRAFENO - Futuro dos transistores?




Um material encontrado na grafite e em vários outros compostos de carbono chamado grafeno tem uma estrutura significativamente estável e resistente, com ele é possível criar transistores com apenas 0,01 micrometro, onde teoricamente se acreditava que o mínino possível era de 0,02 micrometros, abrindo portas para novas tecnologias, pretende-se com ele substituir o silício devido sua altíssima condutibilidade e pouca dissipação de temperatura.


Com isso os processadores, que seriam os maiores beneficiados pela descoberta, que hoje não passam de 5GHz devido ao silício, chegariam até 500GHz, isso aumentará a eficiência como um todo, compactando ainda mais os processadores deixando-os mais rápidos e com menor temperatura de trabalho.

Grafeno

Conexões 4G LTE e WiMAX: o que podemos esperar delas

Enquanto ainda descobrimos as maravilhas do mundo 3G, tecnologias como WiMAX e LTE podem definir os rumos da próxima geração da comunicação móvel. Confira!

Leia mais no Baixaki: http://www.baixaki.com.br/tecnologia/8722-conexoes-4g-lte-e-wimax-o-que-podemos-esperar-delas.htm#ixzz1EnXV7hMh

O que podemos esperar das conexões 4G?

Muita coisa mudou desde a primeira geração de celulares. Durante a fase conhecida como 1G, o sinal era analógico e suscetível a interferências. Além disso, a falta de criptografia permitia que o sinal fosse interceptado e que o telefone fosse clonado.

A chegada da segunda geração (2G) proporcionou grandes avanços, incluindo o uso de sinal digital, que entre outras funcionalidades, permite ser codificado. Com essa geração ganhamos um recurso que hoje em dia parece essencial: o SMS. Os aparelhos e as baterias também diminuíram de tamanho, já que o sinal digital exigia menos largura de banda e consumia menos bateria.

Já a terceira geração (3G) foi usada pela primeira vez em 2001, mas começou a ser desenvolvida em 1992. Além de uma largura de banda maior e uma cobertura mais ampla, o padrão 3G proporcionou que novos serviços fossem desenvolvidos, possibilitando que usuários agora pudessem acessar aplicações via internet, fazer videochamadas e até assistir aos programas de TV favoritos na telinha do celular.

Agora, enquanto navegamos com nossos smartphones, a indústria já começa a planejar a quarta geração (4G) de telefones e comunicações móveis. Palavras misteriosas, como LTE, WiMAX e, mais recentemente, LTE Advanced, começaram a aparecer em notícias que anunciam as possíveis tecnologias que definirão o padrão 4G.

Mas o que são essas tecnologias? Quais serão as diferenças entre 3G e 4G? E afinal, por que devemos prestar atenção no LTE Advanced?

3G vs. 4G

Quais as principais diferenças entre as gerações?

O padrão 3G, assim como seu antecessor 2G, também trouxe avanços muito significativos para a telefonia móvel. Pela primeira vez, usuários podiam usar um navegador web parar navegar na internet, e proporcionava largura de banda suficiente para assistirmos a vídeos no YouTube e enviarmos mensagens com conteúdo multimídia.

Com o 3G, os celulares foram transformados em espécies de minilaptops. Mas o 4G pretende mudar o cenário e ir além, suportando um número maior de protocolos utilizados via internet, além do aumento exponencial da largura de banda. Isso permitirá o uso simultâneo de voz, jogos com acesso a internet e serviços multimídia via streaming.

Se compararmos os dois padrões, as redes 4G podem chegar a ser de 4 a 100 vezes mais rápidas que o sistema em uso atualmente. Além disso, o padrão 4G está sendo desenvolvido de forma que possibilite o controle da banda, possibilitando que algumas aplicações tenham prioridades sobre as outras ao utilizarem a conexão.

E depois do IPcalipse, é essencial que o padrão 4G também tenha suporte para IPv6, já que o número de pessoas online deve aumentar ainda mais.

Assim como padrões anteriores, o 4G também é definido pela International Telecommunication Union (ITU), uma agência das Nações Unidas de assuntos relacionados à tecnologia da informação e da comunicação.

Embora essa definição ainda não esteja completamente acertada, alguns fabricantes já têm produzidos celulares compatíveis com as tecnologias que farão parte do novo padrão. Um desses aparelhos é o Motorola Atrix, o potente celular anunciado na Consumer Electronics Show deste ano.

As tecnologias 4G

Algumas das tecnologias pré-4G já estão no mercado há alguns anos, mas ainda não atingem completamente as exigências da ITU, que espera taxas de transferência a 1 Gbit/s.

Atualmente, empresas vêm comercializando a marca 4G em seus produtos como sinônimo de suporte para WiMax e Long term evolution (LTE). Vejamos o que são e para que serve cada uma dessas tecnologias.

Worldwide Interoperability for Microwave Access (WiMAX)

Equipamentos para estação WiMAX

Fonte da imagem: Wikipedia

Esse protocolo de telecomunicações foi implementado com base no padrão de redes sem fio IEEE 802.16, com o objetivo de levar uma alternativa ao cabo ou à DSL para o acesso a uma conexão de banda larga.

O funcionamento das redes WiMAX é semelhante ao das redes Wi-Fi, mas com um alcance muito maior. A implementação atual do WiMAX pode transferir dados em até 40 Mbit/s, mas com as próximas atualizações pretende chegar à marca de 1 Gbit/s.

O protocolo, que tem sido apelidado de “Wi-Fi com esteroides”, pode oferecer uma maneira barata de levar a conexão de banda larga a lugares distantes, como propriedades rurais. Isso acontece porque a tecnologia possui uma área de cobertura muito maior, como a dos celulares, e dispensa o investimento em infraestrutura capaz de levar cabos até as casas dos clientes.

Estação WiMAX

Fonte da imagem: Wikipedia

A tecnologia foi usada para ajudar na comunicação em Aceh, território da Indonésia atingido por um tsunami em 2004. Na época, toda a infraestrutura foi prejudicada pelo desastre natural, com exceção das comunicações por rádio amador.

O WiMAX possibilitou conexões de banda larga que ajudaram a recuperar a comunicação com áreas não afetadas. Posteriormente, a mesma tecnologia ajudou a manter a comunicação entre as equipes de ajuda às vítimas do Furacão Katrina.

Além desses casos, Europa e Coreia do Sul já adotaram padrões de banda larga sem fio, como a HiperMAN e a WiBro, ambas compatíveis com a WiMAX.

Long term evolution (LTE)

A LTE foi desenvolvida pela Third-Generation Partnership Project (3GPP) como uma espécie de evolução do High-Speed Packet Access (HSPA), a tecnologia GSM que é utilizada atualmente como banda larga 3G por empresas como a AT&T. A criação da 3GPP funciona como uma técnica de modulação, capaz de transmitir 100 Mbps em cada canal e, com isso, possibilitar um desempenho semelhante às conexões de banda larga de hoje, via cabo.

Os primeiros usos públicos da LTE aconteceram nas cidades de Estocolmo e Oslo, em dezembro de 2009, com terminais para os usuários criados pela Samsung. Também é possível encontrar redes LTE nos Estados Unidos, fornecidas pela Verizon e pela AT&T.

Atualmente o projeto ganhou uma atualização e foi rebatizado como LTE Advanced, que parece ser o candidato mais provável para o que chamaremos um dia de 4G, já que vem ganhando a atenção de grandes operadoras. A principal razão para isso é o fato de que a LTE oferece uma transição mais natural da tecnologia em uso atualmente, a GSM, que tem mais de 3 bilhões de usuários espalhados pelo mundo.

Totalmente compatível com as primeiras versões da LTE, a LTE Advanced é capaz de alcançar taxas de download de 3,3 Gbits por setor da estação base, em situações ideais. Isso levaria a LTE além dos requerimentos solicitados pela ITU.

Em condições normais, a LTE seria capaz de entregar uma taxa de download de 1 Gbps para dispositivos móveis parados, ou cerca de 100 Mbps caso o usuário esteja em movimento, como em uma carro ou trem. Já a taxa de upload da conexão é de 200 Mbps.

Além disso, a LTE Advanced também fornece uma cobertura mais ampla, a um custo mais baixo. Para prover tanta velocidade, a LTE Advanced faz uso de uma antena do tipo MIMO (Multiple-Input, Multiple-Output), que aumenta a capacidade das ondas de transmissão. Além disso, o futuro da LTE promete que ela será capaz de “consertar” a comunicação automaticamente, caso uma das células de transmissão fique indisponível.

Nos Estados Unidos, a Verizon pretende ampliar comercialmente os serviços baseados em LTE até o início de 2012. A proposta da operadora é substituir completamente a tecnologia 3G pela 4G até o final de 2013, expandindo assim a área de cobertura dos serviços.

Marketing e a quarta geração

Afinal, já existe 4G?

Embora já tenhamos aparelhos compatíveis com “4G”, é bom lembrar novamente que o padrão ainda não está totalmente definido e pronto para uso.

Em setembro de 2009 a ITU recebeu novas propostas de candidatos a 4G, todas baseadas em WiMAX (802.16m) e LET Advanced. É bom lembrar, porém, que embora essas tecnologias estejam de acordo com os requerimentos exigidos pela LTU, elas ainda não estão completamente implementadas. Portanto, podemos chamá-las de pré-4G, ou de 3.9G.

Pode-se argumentar que essas tecnologias estão além da 3G, já que usam uma frequência diferente e não são compatíveis com a geração anterior. Porém, como elas ainda não atendem efetivamente os requerimentos da 4G, elas também não poderiam ser consideradas como tal. Mas certamente essas são as tecnologias que mais chegam perto do novo padrão que vai revolucionar a telefonia móvel.



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sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Linux está Pronto para Processadores de até 48 Núcleos

Redação do Site Inovação Tecnológica - 04/10/201

Geração multicore

Para continuar melhorando o desempenho dos computadores, os fabricantes se voltaram para a adição de mais "núcleos", ou unidades de processamento, em cada chip, deixando de lado a antiga corrida pela aceleração pura dos processadores.

Em princípio, um processador com dois núcleos será duas vezes mais rápido do que um processador com apenas um núcleo, um processador com quatro núcleos será quatro vezes mais rápido, e assim por diante.

Para isso, contudo, é necessário dividir as tarefas computacionais para que elas sejam executadas de forma eficiente em vários núcleos.

Fazer programas capazes disso é uma tarefa difícil, e essa dificuldade só aumenta conforme aumenta o número de núcleos.

Muitos especialistas defenderam que, para aproveitar a geração multicore seria necessário reinventar a computação, incluindo reescrever as linguagens de programação e os sistemas operacionais para permitir tirar proveito dos múltiplos núcleos em um único processador.

Linux multicore

Mas um grupo de pesquisadores do MIT, nos Estados Unidos, acaba de demonstrar que pode não ser necessário tal revolução, pelo menos a curto prazo.

Especificamente no caso do sistema operacional Linux, os pesquisadores demonstraram que a arquitetura de software atual poderá sobreviver muito bem a um aumento crescente de núcleos dentro de um mesmo processador - pelo menos até 48 núcleos por processador.

Para ter uma noção de como o Linux poderá rodar nos chips do futuro, os pesquisadores do MIT desenvolveram um sistema no qual oito processadores de seis núcleos simulam o funcionamento e o desempenho de um processador de 48 núcleos.

Usando esta plataforma, eles testaram uma bateria de aplicativos e testes de benchmarking que demandam fortemente o sistema operacional.

Em seguida, eles foram ativando os 48 núcleos, um por um, e observaram as consequências sobre o funcionamento do sistema operacional e sobre o seu desempenho.

Gargalo no contador

Num determinado ponto, a adição de mais núcleos começou a tornar o sistema operacional mais lento.

Mas, segundo os pesquisadores, o problema teve uma explicação surpreendentemente simples e pôde ser resolvido igualmente sem complicações.

Em um sistema multicore, os múltiplos núcleos muitas vezes executam cálculos que envolvem os mesmos dados. Enquanto os dados são necessários para algum núcleo, eles não podem ser apagados da memória. Assim, quando um núcleo começa a trabalhar com os dados, ele incrementa um contador central; quando ele termina a sua tarefa, ele decrementa o contador.

O contador, portanto, mantém uma contagem do número total de núcleos usando os dados. Quando a contagem chega a zero, o sistema operacional fica sabendo que pode apagar os dados, liberando memória para outros processos.

Conforme aumenta o número de núcleos, contudo, tarefas que dependem dos mesmos dados são divididas em pedaços cada vez menores. Os pesquisadores do MIT descobriram que, a partir daí, os núcleos começam a gastar tempo demais incrementando e decrementando o contador e acabam tendo menos tempo para realizar seu trabalho.

Depois de fazer uma alteração simples no código do Linux, para que cada núcleo mantivesse um contador local, que apenas ocasionalmente era sincronizado com o contador dos outros núcleos, o desempenho geral do sistema melhorou muito, e o acréscimo de núcleos voltou a melhorar o rendimento total do sistema.

Evolução em lugar de revolução

No futuro, se o número de núcleos em um processador for "significativamente maior do que 48", novas arquiteturas e sistemas operacionais poderão tornar-se necessários.

Para os próximos anos, argumentam os pesquisadores, o experimento mostra que um dos principais sistemas operacionais do mercado está pronto para continuar usufruindo dos progressos do hardware sem exigir uma revolução na área do software. A evolução será suficiente.

Contudo, apesar do problema com o contador de referência ter sido fácil de consertar, ele não foi nada fácil de identificar.

"Há um bocado de pesquisa interessante a ser feita na construção de ferramentas melhores para ajudar os programadores a identificar onde está o problema", afirmou Frans Kaashoek, um dos autores do estudo. "Nós escrevemos um monte de pequenas ferramentas para nos ajudar a descobrir o que estava acontecendo, mas nós gostaríamos de tornar o processo muito mais automatizado."

Bibliografia:

An Analysis of Linux Scalability to Many Cores
Silas Boyd-Wickizer, Austin T. Clements, Yandong Mao, Aleksey Pesterev, M. Frans Kaashoek, Robert Morris, Nickolai Zeldovich
September 2010
http://pdos.csail.mit.edu/papers/linux:osdi10.pdf

4ª Feira do Livro de São Luís Recebe Doações

7 de outubro de 2010 às 18:01

Compartilhar e acrescentar conhecimento através da troca e da doação de material faz parte das atividades da Feira do Livro, uma promoção da Prefeitura de São Luís por meio da Fundação Municipal de Cultura (Func). Para colocar a ideia em prática, promovendo um intercâmbio de leituras e leitores, o evento traz o “Troca-Troca Literário”, espaço em que livros previamente doados são postos à disposição do público para que cada um troque o material que tem em mãos por algum dos que estão sendo disponibilizados.

Desde o dia 30 de setembro, os organizadores da Feira estão recebendo livros para doação. Podem ser obras dos mais diversos temas e autores, inclusive exemplares didáticos ou revistas em quadrinhos. Os interessados podem se dirigir à Func e entregar as doações no protocolo, aos cuidados de Pedro Matias, pela manhã, e na Coordenação de Eventos, aos cuidados de Ana Maria ou Josi Oliveira, pela tarde.

Durante a Feira, as doações continuam. Ao final do evento, as obras que restarem serão repassadas para a Biblioteca Municipal do Bairro de Fátima que, na edição de 2009, recebeu mais de 500 livros. O Troca-Troca foi considerado um sucesso pelos organizadores.

“A movimentação no espaço foi muito boa. Começamos a Feira com cerca de 30 livros, mas aqueles que vinham para trocá-los acabavam trazendo muitos outros para serem doados. Nesta 4ª edição, a nossa expectativa é de que seja ainda melhor”, afirmou a responsável pelo espaço, Carolina Sopas.

O Troca-Troca Literário foi idealizado pelos organizadores da tradicional Feira de Porto Alegre e trazido para o Maranhão por iniciativa do coordenador da Feira em São Luís, Jose Maria Paixão Filho. O espaço visa colocar o livro em seu objetivo: ser lido em vez de ficar guardado em uma prateleira.

A Feira do Livro de São Luís é uma promoção da Prefeitura de São Luís por meio da Fundação municipal de Cultura (Func). Este ano, terá como tema “O Livro é guia e instrumento da sabedoria” e acontecerá no período de 12 a 21 de novembro, na Praça Maria Aragão.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

REGIMENTO DO XXII SEMIC

O XXII SEMIC (XXII Seminário de Iniciação Científica) da UFMA é um evento para divulgação da produção acadêmica de Iniciação Científica que permite a socialização de experiências e a reflexão sobre as atividades de pesquisa nas mais diversas áreas de conhecimento, possibilitando, especialmente ao discente, expressar o seu potencial de criação e investigação, estimulando-o a crescer academicamente.

Clique aqui para fazer o download do arquivo: regimento_semic.pdf

Data do edital: 16/09/2010

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

FEI Vai Sediar Evento de Robótica e IA


Vinicius Aguiari, de INFO Online
Quinta-feira, 12 de agosto de 2010 - 15h38

São Paulo - O Centro Universitário da FEI (Fundação Educacional Inaciana) vai receber entre os dias 23 e 28 de outubro o Joint Conference, palco para apresentações de pesquisas e competições em robótica, inteligência artificial e redes neurais.

O Joint Conference abrigará simultaneamente três eventos da Sociedade Brasileira de Computação (SBC): a IV Jornada de Robótica Inteligente (JRI); a Competição Latino-Americana de Robótica; e as finais da Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR).

Além disso, o evento será sede do XX Simpósio Brasileiro de Inteligência Artificial (SBIA), e do XI Simpósio Brasileiro de Redes Neurais Artificiais (SBRN). Vai receber também workshops, minicursos e palestras internacionais.

O evento espera reunir cerca de 600 estudantes, desde o ensino médio até pós-graduação, além de 150 pesquisadores. Mais de 200 robôs devem ser apresentados.

Mais informações podem ser obtidas no www.jointconference.fei.edu.br.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

ENACOMP 2010

O VIII ENACOMP - 2010 - Encontro Anual de Computação - UFG é um importante evento na área de Computação com duração de 3 dias que reune pesquisadores, especialistas, alunos e profissionais da indústria em palestras, minicursos, apresentações orais e poster. Ainda conta com uma maratona de apresentacao com premiação para os vencedores e para as melhores pesquisas.

Em 2010 o evento evoluiu e traz ainda uma rica feira de oportunidades, pós-graduação e inovação, proporcionando um contato proveitoso dos participantes do evento com empresas, programas de pós-graduação e incubadoras de inovação. O tema do evento para este ano é “Computação, Inovação e Mercado” e a programação completa está disponível no site do evento - http://www.enacomp.com.br

Nesse sentido convidamos pesquisadores e alunos de iniciação científica e pós-graduação a submeterem seus trabalhos para publicação nos Anais e apresentação Oral e Pôster.

DATAS IMPORTANTES

12 de setembro - Artigo completo – Comunicação Oral: de 6 até 8 páginas
12 de setembro - Artigo resumido – Pôster: de 2 até 4 páginas


ÁREAS PARA SUBMISSÃO

Banco de Dados
Engenharia de Software
Inteligência Artificial
Interação Humano Computador
Linguagens de Programação
Lógica e Semântica de Programação
Metodologia e Técnicas da Computação
Processamento Gráfico
Redes de Computadores e Sistemas Distribuídos
Sistemas Embarcados
Sistemas Operacionais

Atenciosamente,
Luanna Lopes Lobato (Chair) - contato@enacomp.com.br
Thiago Jabur Bittar (Co-chair)
Acrísio José do Nascimento Jr. (Co-chair)
Comissão Organizadora do VIII ENACOMP