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sexta-feira, 25 de março de 2011

Os smartphones começarão a substituir os desktops em 2011?

Introdução

Já a algum tempo se prevê que com o aumento no poder de processamento e o acúmulo de funções, os smartphones logo começarão a substituir os desktops em alguns nichos, assim como os tablets ameaçam os netbooks. Naturalmente, isso não significa que os desktops deixarão de ser usados, mas muita gente chegará a conclusão que é mais fácil plugar o telefone em um dock incluindo uma porta HDMI para o monitor e portas USB para o teclado e mouse do que manter um PC apenas para navegar na web e assistir vídeos.

Muitos dos smartphones atualmente no mercado já incluem saídas HDMI com suporte à clonagem da imagem da área de trabalho e a possibilidade de usar a porta USB em modo host (embora em muitos aparelhos seja necessário fabricar um adaptador), que permitem a conexão de um teclado e mouse USB.

Se alguém ainda duvidava da viabilidade do conceito, esta foto vai abrir os horizontes:

Ela mostra um Motorola ATRIX plugado em um monitor HDMI, teclado e mouse, exibindo a área de trabalho em 1280x720 (ele suporta também 1280x1024 e futuramente 1920x1080) e rodando uma versão ARM do Firefox 3.6, completo com suporte a Flash. Não se trata apenas da exibição da área de trabalho do telefone, mas de uma interface especializada, que é mostrada quando ele é plugado no dock, com uma resolução mais alta e suporte à múltiplas janelas.

Desta vez não se trata de apenas mais um produto conceito, mas sim de um produto real que chegará ao mercado ainda neste primeiro trimestre de 2011. Ele é baseado em uma versão dual-core do nVidia Tegra (1.0 GHz), com 1 GB de RAM e 16 GB de armazenamento, que podem ser complementados por um cartão microSD de mais 32 GB. A resolução da tela é de 960x540 (QHD), mas ele suporta a exibição de resoluções mais altas quando espetado em um monitor externo.

Em termos de capacidade de processamento ele não fica devendo a muitos dos netbooks atualmente no mercado, o que levou a Motorola a oferecer diversos tipos de dock-stations (para uso no carro, como media center, etc.) sendo que dois deles permitem usá-lo como um computador.

A primeira, da foto anterior é a "Desktop Dock", que conecta o telefone a um monitor externo, teclado e mouse. Além dela está disponível também a "Laptop Dock", que inclui a tela de LCD, teclado, touchpad e uma bateria auxiliar em um formato que lembra um netbook. Apesar da semelhança, trata-se de um dispositivo burro, onde o processamento é feito inteiramente pelo telefone, espetado em cradle escondido atrás da tela:

Fechado, o dock tem apenas 14 mm de espessura, e pesa menos de 900 gramas, o que o torna bem mais portável que um netbook. A tela é também mais confortável que na maioria dos modelos, com 11.6" polegadas e o teclado tem teclas de tamanho regular. A experiência de uso segue o padrão de um laptop comum, com o uso do touchpad para controlar o cursor do mouse, em vez de uma tela touchscreen.

O principal problema da laptop dock é que ela não deve custar muito menos que um netbook, o que tornará a escolha uma questão mais de estética e gosto pessoal do que uma questão de custo-benefício. A desktop dock por outro lado é um dispositivo bem mais simples e barato, que funciona mais como um replicador de portas, que se conecta ao telefone através da porta micro-USB e do conector micro-HDMI, disponibilizando o conector HDMI e portas USB na parte traseira. Como de praxe, ele serve também como carregador:

Além do Firefox, o telefone é capaz de rodar outros aplicativos instalados, usando o Quick Office para editar documentos, o player de mídia para assistir vídeos (ele inclui aceleração via hardware para vídeos até 1080p), um editor de imagens para retocar fotos e assim por diante, bem como aplicativos da nuvem como o Google Docs, Gmail, etc. Com exceção de aplicativos especializados, não existe muito que não se possa fazer com ele. Para quem usa predominantemente o navegador e webapps, esta é uma solução bastante satisfatória, bem mais poderosa que o Chrome OS, por exemplo. É possível até mesmo acessar sessões remotas do Windows via RDP ou VNC.

O preço das dock-stations ainda não foi revelado, mas o conceito não deixa de ser interessante, permitindo usar o telefone como o "motor" para interfaces externas, liberando o poder de processamento do pequeno. Aqui temos uma apresentação do Laptop Dock feita durante a CES:

Não é preciso muita imaginação para perceber que este conceito será rapidamente copiado por outros fabricantes, já que o próprio telefone já inclui o poder de processamento e as interfaces (HDMI, USB) necessárias, faltando apenas um dock ou adaptador simples para que ele possa ser diretamente conectado em monitores, TVs, teclados e mouses externos e usado como PC. Não vai demorar para que surjam também docks para transformar smartphones em tablets e assim por diante, expandindo as opções.

Olhando do ponto de vista de quem já comprou o telefone, estas docks podem ser bem interessantes, pois elas custarão mais barato do que um PC, netbook ou tablet e serão mais leves e práticas do que ter dois dispositivos separados. Além da questão da ergonomia e resolução da tela, as docks também podem contribuir em relação ao desempenho, já que a presença de uma fonte ou bateria externa elimina uma das principais limitações dos smartphones em relação ao desempenho, que é a duração da bateria. Mesmo um "vovô" como o Motorola Milestone, que é ainda baseado em um SoC de 65 nm pode operar a 1.2 GHz em overclock, e muitos dos aparelhos atuais são capazes de superar a marca dos 1.5 GHz. Um Tegra dual-core operando a esta frequência supera por uma boa margem o desempenho de um Atom single-core (e em algumas funções até mesmo de um dual-core, como na decodificação de vídeos 1080p), fazendo com que a combinação possa ser interessante até mesmo do ponto de vista do desempenho.

Com a disponibilidade de cada vez mais aplicativos para a plataforma ARM, como o Firefox, diferentes distribuições e softwares Linux e em breve até mesmo o Windows 8 e o MS Office (como recentemente confirmado pela Microsoft), a barreira entre as plataformas está se tornando cada vez menor, fazendo com que o que realmente interesse seja o desempenho e a flexibilidade. Os desktops e notebooks continuarão a ser os mais poderosos, mas os smartphones se tornarão "bons o bastante" para cada vez mais tarefas, assim como no caso dos netbooks. Ainda chegará o dia em que você poderá instalar o Android, Ubuntu e Windows 8 em trial-boot no seu telefone, usando um ou outro sistema de acordo com a situação.

Do ponto de vista prático e econômico, esta é uma excelente notícia, já que os smartphones são dispositivos caros, que frequentemente custam mais do que um desktop completo ou mesmo que um notebook e continuam a gerar gastos mensais com os planos de voz e dados. A possibilidade de usar o telefone também como um PC sem dúvidas é um fator que ajudará a justificar este custo.

Em todo o mundo, já são vendidos mais de 1.2 bilhões (sim, bilhões!) de celulares e smartphones anualmente, sendo que os smartphones respondem a cada ano por um percentual maior deste bolo. Só nos Estados Unidos, foram vendidos mais de 70 milhões de smartphones em 2010, e as vendas devem explodir agora em 2011 devido à diversificação dos aparelhos com o Android e a entrada de mais modelos de baixo custo.

Se as vendas continuarem crescendo na mesma proporção, quase 1 bilhão de smartphones serão vendidos em 2012, superando as vendas combinadas de PCs, notebooks e netbooks por uma boa margem. Se uma percentagem considerável destes usuários passarem a usar o telefone como computador pessoal (lembre-se, a maior parte dos usuários usa o PC para Internet e consumo de mídia...) teremos uma grande dor de cabeça para os fabricantes de PCs.

Mais uma vez, os PCs sobreviverão (afinal, eles continuam intocáveis em relação a aplicativos de uso profissional e jogos), mas eles passarão a ficar cada vez mais espremidos pelos smartphones, tablets e outros dispositivos, que cada vez mais invadem sua área de atuação. Para nós usuários isso é bom, já que concorrência é sempre bem-vinda, mas este é um sério motivo de preocupação para a Intel e a Microsoft, já que ambas continuam fortemente amarradas ao PC.


Fonte: GDH

quarta-feira, 16 de março de 2011

Teste: iPad 2 vs Xoom vs Galaxy Tab

Fonte: http://macworldbrasil.uol.com.br/noticias || Por: PC World / EUA

Quem tem o melhor teclado? Qual é mais fácil de segurar? Quem tem a tela mais adequada? Confira o comparativo feito pela PC World dos EUA.

O iPad 2 finalmente chegou, e a grande questão agora é: como será o desempenho do dispositivo em relação à concorrência? Para responder a essa questão, testamos três dos principais modelos de tablets do mercado: o Xoom (Motorola), o Samsung Galaxy Tab e o iPad 2 (Apple). Veja como eles se saíram:

Qual é mais fácil de segurar?

Luz verde para o Galaxy Tab. Sim, apesar de ser um pouco mais grosso (1,27cm de espessura), pesa somente 360 gramas, significativamente mas leve que o iPad 2 (590 gramas).

Dito isso, o tablet da Apple, com display de 9,7 polegadas, é a melhor escolha se o desejo do usuário é um dispositivo com uma tela grande. É muito mais fácil de ser segurado do que seu antecessor, graças às suas laterais cônicas, ao design fino e por pesar bem menos (o iPad original tem 680 gramas). Comparado aos dois, o Xoom com 1,27cm de espessura e seus 720 gramas é o “gordão” da turma…

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Mais fino e com um design diferente de seu antecessor, o iPad ficou melhor para segurar, mas não superou o Tab

Peso e espessura são mais importantes do que se imagina – e não só porque a maioria das pessoas gosta de segurar um livro ou revista com uma mão para lê-lo. É importante entender que, ao utilizar aparelho, enquanto uma mão segura o equipamento, a outra é responsável pela navegação.

Qual deles tem a melhor tela?

Nesse quesito, o iPad 2 leva o primeiro lugar. Imagens no display do aparelho ficaram uniformemente e precisamente saturadas e balanceadas. Talvez o texto pudesse ser um pouquinho mais nítido, da maneira que aparece no iPhone 4, porém ainda assim o iPad 2 bate seus concorrentes nessa categoria.

Os rivais possuem deficiências diferentes. A nitidez do display de 1024×600 do Galaxy Tab é boa, mas a tendência do display é de produzir cores supersaturadas. Já o Xoom, com uma tela de resolução um pouco maior (1024×800), possui uma renderização de textos inconsistente, com algumas fontes sendo exibidas serrilhadas, principalmente no navegador web e no aplicativo do Google Books. O que é pior é a exibicão de cores lavadas no Xoom, em contraste com as supersaturadas comuns do aparelho da Samsung.

Como o tablet da Motorola é o único até agora a rodar Android 3.0, não é possível precisar se essas falhas são ocasionadas por problemas do sistema operacional na hora de renderizar imagens ou são mesmo oriundas de problemas no display do aparelho.

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Xoom (ao fundo) e Galaxy Tab (à frente): enquanto a imagem do primeiro ficou lavada, a do segundo ficou saturada demais

Qual tablet tem o melhor teclado?

Em uma disputa acirrada entre o iPad 2 e o Xoom, o lugar mais alto do pódio fica com o dispositivo que usa o iOS. O teclado virtual da Apple ainda não é o ideal, mas fez um trabalho melhor ao acompanhar uma digitação mais rápida, enquanto o Xoom engasgou um pouco quando os dados eram inseridos com um pouco mais de velocidade.

Apesar dos botões mais largos do Xoom e a inserção da tecla tab, a lentidão atrapalhou e muito. Nem vale a pena comparar com o teclado do Galaxy Tab: da mesma maneira que o teclado Android de um smartphone gigante, ele é pequeno e estreito em comparação aos tablets maiores, e também manda mal na hora de administrar uma digitação mais veloz.

Na hora de transferir dados, quem ganha?

O Galaxy Tab (agora) e o Xoom (em breve) vencem. Por serem tablets baseados em Android, o computador reconhece os aparelhos como dispositivos de armazenamento quando são conectados via USB. Como resultado, o usuário pode arrastar e soltar arquivos para o equipamento sem a necessidade de converter os documentos para um formato diferente, e sem utilizar um software em especial.

É verdade que o tablet irá demorar um pouco para reconhecer as novas imagens na biblioteca, porém esse sistema é muito mais agradável do que o universo fechado da Apple, que requer que o usuário passe pelo iTunes, a ferramenta de gerenciamento mais insatisfatória, incapaz e inflexível do mercado.

Tanto o dispositivo da Samsung quanto o da Motorola possuem slots para leitura de cartão, apesar de ser preciso habilitar esse recurso a partir de um upgrade no software do Xoom. Esse potencial expansivo falta nas duas versões do iPad, e só é acessível a partir de um acessório comercializado à parte.

Qual proporciona as melhores notificações?

Entre os modelos, as notificações foram melhores no Android 3.0. A interface do Honeycomb coloca a barra de notificações no canto inferior direito da tela, no qual ele informa, sem ser intrusivo, sobre novas mensagens, novos updates para o sistema operacional e downloads que tenham sido completados. Novas mensagens aparecem em pop-up e desaparecem; ao tocar na barra, é possível ver, além dessas mensagens, notificações sobre status da conexão, bateria, e muito mais, caso o usuário expanda a barra.

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Com um design elegante, as notificações do Honeycomb são menos intrusivas e mais modernas

No dispositivo da Apple, o sistema parece arcaico nesse item, comparado ao Android: as notificações via janela pop-up interrompem as outras atividades do usuário, e caso ele não toque no dispositivo e receba muitas notificações de uma vez, o iOS coleta todas em uma única janela, para ser exibida mais tarde.

Mas ele não exibe nenhuma notificação para novos e-mails recebidos: é preciso acessar o aplicativo de e-mail para ter acesso aos dados. O Galaxy Tab, que roda Android 2.2, entrega as notificações do modo clássico do sistema operacional do Google: uma barra no topo da tela que pode ser puxada para baixo. No entanto, não é nem de perto tão elegante ou prático quanto o estilo encontrado no Honeycomb.

Qual é o melhor tablet para conteúdos multimídia?

Essa resposta depende, em partes, dos hábitos de compra do usuário e como o tablet é utilizado. O Android 3.0 no Xoom é uma combinação multimídia extraordinária: filmes em HD ficam ótimos em proporção widescreen, há suporte para o Flash para vídeos online e o player de música da Google foi redesenhado e está bem atraente. Entretanto, o Honeycomb carece de um vídeo player dedicado, logo os filmes ficam misturados com as imagens na Galeria.

O dispositivo da Apple requer a sincronização com o iTunes, um ponto negativo, considerando a burocracia do player. Porém é muito bom para organizar e gerenciar os arquivos multimídia, e caso os arquivos estejam em um formato suportado, o usuário pode adicionar seus próprios vídeos para a biblioteca do iTunes. Até o momento, a Google carece de alguma coisa comparável, apesar dos rumores de que o Google passe a vender música através de sua loja.

O Galaxy Tab utiliza o Media Hub da fabricante para fazer compras de vídeos e músicas, assim como reproduzi-los. Porém, as compras feitas são utilizáveis somente em dispositivos compatíveis com o Samsung Media Hub, incluindo celulares e televisões da companhia. A seleção de produtos do Media Hub está crescendo, mas não chega nem perto da profundidade do iTunes.

Qual tablet é o mais organizado?

Nenhum dos aparelhos atualmente facilita na hora de gerenciar seus arquivos. Mas o Xoom é, até agora, o candidato que faz o trabalho mais bem feito. O usuário não tem acesso direto aos arquivos e pastas no aparelho, como acontece no Windows por exemplo. Contudo uma grande variedade de aplicativos terceirizados permite acesso aos arquivos que estejam dentro do tablet no modo de visualização de pastas padrão, e esse conteúdo pode ser baixado a partir do navegador em formato .zip.

E na galeria de imagens da Google, é possível visualizar informações das fotografias, cortá-las e compartilhar esses documentos via Bluetooth. Enquanto isso, organizar apps na tela inicial é simples, graças ao estilo de tela dividido, que permite selecionar um aplicativo e arrastá-lo para a home de sua preferência – tudo isso dentro do dispositivo.

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Android 3.0: apesar de ser mais aberto e organizado do que o iOS, o sistema operacional da Google ainda traz algumas restrições

Organizar apps no iPad é trabalhoso, e esqueça a respeito de acessar arquivos armazenados no dispositivo para reorganizar, renomear ou fazer qualquer coisa com eles – a Apple deixou tudo muito bem trancado. O Galaxy Tab não goza das mesmas facilidades do Android 3.0, mas oferece várias opções para compartilhar os arquivos, além de também exibir informações das imagens, assim como cortá-las. Um app “mão na roda” é o My Files, que permite exibir os conteúdos do dispositivo em diretórios, apesar de não permitir que as arquivos sejam renomeados ou movidos.

Quem se dá melhor na navegação web?

Há uma clara vantagem para o Xoom nessa tarefa. A interface com abas deixa a navegação muito mais fácil ao abrir várias páginas ao mesmo tempo – além, claro, do suporte ao Adobe Flash 10.2. O iPad 2 e o Galaxy estão ambos travados na pré-história da navegação web. Ambos só permitem ao usuário acessar uma página por vez, tornando necessário sair de uma página para entrar na próxima. Em adição a isso, ambos os modelos limitam o número de páginas que podem ser abertas.

Qual a melhor opção para games?

Vitória indiscutível do iPad aqui. Hoje, o iOS possui uma seleção muito maior de conteúdo (e também de comprometimento dos desenvolvedores) do que o Android, apesar do fato de que os jogos para Android 3.0 devem ser disponibilizados ao decorrer deste não. Milhões de pessoas já utilizam o iPad, e benchmarks terceirizados indicam que o chip A5 possui maior poder gráfico do que o Nvidia Tegra 2, encontrado no Xoom e em todos os tablets nos quais o Honeycomb foi anunciado. Enquanto ao Galaxy Tab, vamos apenas dizer que o futuro dos games não vai acontecer no Android 2.2 em um tablet de 7 polegadas.

Qual o melhor tablet para leitura?

Todas as grandes livrarias possuem aplicativos disponíveis nos mais diversos sistemas operacionais móveis, a não ser pelo iBooks da Apple, que (como era esperado) só está disponível para iOS. Os três tablets oferecem flexibilidade de escolha de plataforma de leitura e para compras. No entanto, nenhum desses aparelhos é especialmente bom para leitura.

Entre os três, o Galaxy Tab fica no topo por ser o menor e ser mais nítido na qualidade dos textos. O iPad 2 chega em segundo: a tela grande é uma ótima escolha para exibir revistas digitais e seus aplicativos, e é bom para visualizar textos para impressão. O Xoom passa longe da fila de candidatos: a renderização das fontes pode ser um problema, já que alguns textos ficam menos nítidos que outros. Hoje, o melhor app disponível para leitura no tablet da Motorola é o Google Book, porém as opções de display são limitadas, com somente três tamanhos de fonte, por exemplo.